Feeds:
Posts
Comments
P7

P7

Faltam cinco meses para o setor de transporte brasileiro mudar radicalmente seus hábitos. A partir de 1º de janeiro de 2012, entra em vigor a fase 7 do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), o P-7, uma norma ambiental criada pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Por força de lei, fabricantes de caminhões e ônibus serão obrigados a instalar sistemas que reduzam a emissão de poluentes em seus veículos.

Muitas fábricas nacionais já estão preparadas para a mudança, e a maioria optou pelo sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva). O SCR se baseia na utilização do Arla 32 (ou uréia, mas não aquela que é comprada em lojas agrícolas), solução atóxica com 32% de uréia em água desmineralizada que, juntamente com o equipamento catalisador e um diesel com menos enxofre – o S-50 – reduzirá a poluição.

O benefício para a saúde de todos é grande. Hoje, os fabricantes obedecem à legislação P5, que permite uma emissão máxima de 0,10 g/kWh de material particulado (MP) e 5,0 g/kWh de óxido de nitrogênio (NOx). Com o P-7, a emissão máxima será de 0,02 g/kWh de MP e 2,0 g/kWh de NOx. Com menos óxido de nitrogênio no ar, diminui a incidência de doenças respiratórias e irritações em olhos, nariz, garganta e pulmões.

Haverá diesel e Arla 32 para todos?

Um ponto que ainda provoca dúvidas em caminhoneiros autônomos e transportadoras é como se dará a distribuição do Arla 32 nos postos de todo o Brasil. Fabricantes como Mercedes-Benz venderão o Arla em sua rede de concessionárias. Quanto aos postos, ainda não existe uma estratégia definida pelas distribuidoras. Quanto aos valores que serão cobrados do Arla 32 e do diesel S-50, ainda não há preços definidos.

De acordo com a Petrobras, em um primeiro momento, o abastecimento de diesel S-50 nos postos de serviço de bandeira BR será nas bombas, enquanto a venda do Arla-32 ocorrerá nas bombonas (contentores portáteis) exclusivas, que estarão nos postos. Desde 2009, a empresa fornece o S-50 nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, e nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Recife, Belém e Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador. Segundo a empresa, em janeiro de 2012, a distribuição do diesel S-50 nos postos de abastecimento do Brasil caberá às distribuidoras.

Quanto ao Arla 32, hoje a Petrobras produz o material em pequena escala para testes. A produção em escala comercial tem previsão de início em outubro de 2011. O Arla será oferecido na unidade de produção de fertilizantes em Camaçari/BA, e poderá estar disponível tanto nos postos de gasolina como na rede das montadoras. A estratégia de distribuição da uréia caberá a cada empresa distribuidora

Fonte: IC

Advertisements

Maior queda, de 2,9%, foi em postos de São Paulo.
Gasolina ainda é mais vantajosa em todos os estados.

O preço do etanol nos postos do país caiu em 12 estados e subiu em outros 12, de acordo com dados coletados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na semana passada e divulgados nesta terça-feira (10). Na média, o valor foi de R$ 2,325 para R$ 2,304 por litro no período analisado, uma redução em média de R$ 0,02. No entanto, a gasolina segue mais vantajosa em relação ao etanol em todos os estados brasileiros.

Os preços nos postos caíram no Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo na semana encerrada em 7 de maio.

Em São Paulo, a queda foi de 2,9%  No período de um mês, o preço recuou 5,9% nos postos paulistas. Em Roraima, Sergipe e no Distrito Federal o preço do álcool ficou estável.

A maior alta do etanol na semana passada foi registrada em Rondônia, de 3,11%, seguida do Pará, com 1,12%. A maior queda foi verificada em São Paulo, seguida do Rio Grande do Sul, com recuo de 2,44%, e do Paraná, com baixa de 2,11%. O preço médio do etanol nos postos em São Paulo ficou em R$ 2,075 por litro, ante R$ 2,137 na semana anterior. No Paraná, o preço médio ficou em R$ 2,226 (R$ 2,274 na semana anterior).

Álcool X gasolina
Considerando a média do preço da gasolina no país, que foi de R$ 2,914 por litro, ela segue mais vantajosa porque o preço do etanol é competitivo até R$ 2,04 por litro. No país, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,749 por litro, em São Paulo. O preço máximo foi de R$ 3,06 por litro, no Rio Grande do Sul. Na média de preços, o menor preço médio do etanol foi de R$ 2,075 por litro, registrado em São Paulo, e o maior preço médio foi registrado no Rio Grande do Sul, a R$ 2,791 por litro.

Valor médio em São Paulo ficou em R$ 2,137 por litro.
Na média do Brasil, gasolina segue mais competitiva que o álcool.

Os preços do etanol hidratado praticados nos postos brasileiros caíram em oito estados e subiram em 16 na semana encerrada em 30 de abril, de acordo com dados coletados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No Amapá, do Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, os preços do álcool permaneceram estáveis. As cotações caíram em Alagoas, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Em São Paulo, a queda foi de 1,15%.

Na média de preços do Brasil, a gasolina segue mais competitiva que o etanol, mas o valor já está caindo, recuando de R$ 2,338 para R$ 2,325 no período analisado, de acordo com a ANP. Em relação à média do preço da gasolina no país, que foi de R$ 2,89 por litro, o preço do etanol é competitivo até R$ 2,023 por litro.

A maior alta, de 6,06%, foi registrada em Tocantins, seguido de Espírito Santo, com 2,07%. Já a maior queda, de 1,32%, foi verificada no Mato Grosso do Sul. O preço médio em São Paulo ficou em R$ 2,137 por litro, ante R$ 2,162 na semana anterior. No Paraná, o preço médio ficou em R$ 2,274, ante R$ 2,29 na semana anterior.

O preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,79 por litro em São Paulo. O preço máximo foi de R$ 3,06 por litro no Rio Grande do Sul. Na média de preços, o menor valor médio foi R$ 2,137 por litro, registrado em São Paulo, e o maior preço médio foi registrado no Rio Grande do Sul, de R$ 2,861 por litro.

Etanol X gasolina
Os preços de etanol seguem sem competitividade ante a gasolina em todos os estados, de acordo com os dados da ANP, compilados pelo AE-Taxas. Em 26 Estados e no Distrito Federal, a gasolina é mais vantajosa para o consumidor.

O preço médio da gasolina no Estado de São Paulo está em R$ 2,818 por litro, o que torna o etanol hidratado competitivo na região no valor até R$ 1,9726. Na média da ANP, o preço em São Paulo ficou em R$ 2,137 por litro, 8,33% acima do ponto de equilíbrio entre gasolina e etanol. Na semana, os preços do etanol caíram 1,15% nos postos no Estado de São Paulo.

A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a etanol é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os Estados e no Distrito Federal. Quando a relação aponta um valor entre 70,0% e 70,5%, é considerada indiferente a utilização de etanol ou de gasolina no tanque de combustível.

Segundo o levantamento, em São Paulo o preço do etanol está em 75,83% do preço da gasolina (até 70% o etanol é competitivo). Em Goiás, a relação é de 75,69% e, em Mato Grosso, de 76,04%. A gasolina está mais vantajosa principalmente no Rio Grande do Sul (preço do etanol é 98,59% do valor da gasolina) e em Santa Catarina (94,43%).

Queda no Etanol

Queda no Etanol

Fonte: G1

Etanol produzido a partir da cana de açúcar passa a ser combustível.
Mudança foi feita por medida provisória editada pela presidente Dilma.

Etanol
Etanol

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) ficará responsável por estabelecer regras para etanol. A medida provisória foi editada por causa dos constantes aumentos no preço do álcool combustível em todo o país. O governo está preocupado com o impacto que isso pode ter na inflação e uma das principais mudanças é no percentual da mistura do etanol na gasolina.Atualmente, a quantidade de álcool anidro na gasolina pode variar de 20 a 25%. A ANP amplia essa faixa, a mistura pode ir de 18 a 25%. Com isso, o governo sinaliza que pode diminuir ainda mais o percentual do álcool anidro na gasolina se o preço continuar subindo como nas últimas semanas.

A medida provisória também dá à Agência Nacional do Petróleo o poder de regular toda a cadeia produtiva do álcool combustível. A Agência vai monitorar a quantidade produzida pelos usineiros, acompanhar a distribuição e garantir o fornecimento em todo o país, fiscalizar a qualidade e o preço do produto e até definir a criação de estoques reguladores para evitar a falta de etanol no mercado.

Fonte: G1

ANTT

ANTT

Resolução da Agência determina regras para o pagamento dos fretes e estabelece a utilização de um sistema eletrônico de pagamentos. Fica determinada a proibição da utilização da carta-frete

Os caminhoneiros de todo o Brasil têm uma nova regra para seguir no momento de receber o frete. A Resolução nº 3.658, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicada nesta quarta-feira, estabelece a regulamentação do sistema de pagamento de fretes para o transporte rodoviário de cargas.

De acordo com a resolução da agência, todos os pagamentos de frete deverão ser cadastrados em uma administradora de meios de pagamento eletrônico de frete, a ser habilitada pela agência, e cada operação será registrada por meio de um Código Identificador de Operação de Transporte.

Com a resolução, fica determinado que os pagamentos de fretes rodoviários para os transportadores autônomos devem ser feitos somente por meio de depósito em conta bancária, desde que o titular da conta seja o transportador, com registro RNTRC (Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Cargas), ou pelo sistema de pagamentos eletrônicos regulamentado pela ANTT.

O presidente da União Nacional dos Caminhoneiros, José Araújo “China” da Silva, na foto do destaque, comemora a regulamentação e considera a medida uma grande vitória para os caminhoneiros brasileiros. “É o fim do frete de cabresto. Este é o resultado de um trabalho árduo da UNICAM e de outras entidades parceiras, que lutam pela melhoria das condições para os caminhoneiros de nosso País. Este ato acaba com uma escravidão de mais de 50 anos. Para nós, o importante é a inclusão social do caminhoneiro. Agora o caminhoneiro é livre para abastecer onde quiser, pagando o diesel sem ágio”, comenta o dirigente.

Segundo o superintendente de Marcos Regulatórios da ANTT, Hederverton Andrade Santos, que concedeu entrevista à reportagem do Portal Transporta Brasil, a designação de uma operadora para o sistema de pagamentos eletrônicos e o início da fiscalização acontecerão em um prazo de 180 dias, a partir de hoje. “A gente está prevendo um prazo de 180 dias para iniciar a efetiva fiscalização do cumprimento da resolução. Antes disso não há fiscalização, então esse é o prazo para que as administradoras protocolem suas respectivas homologações”, diz Hederverton.

A agência aguarda as administradoras interessadas a integrar o sistema. “A regulamentação dos meios de pagamentos de frete começou com a alteração da Lei 11.442, que previu a possibilidade da regulamentação dos meios de pagamento de frete. Isso foi gerado, em especial, por conta de uma demanda dos transportadores autônomos, que são obrigados a receber por meio do que se chama de carta-frete e com isso eles ficam nas mãos de postos de gasolina, que fazem todo tipo de aviltamento para trocar a carta-frete. Assim, eles cobram, por exemplo, um diesel mais caro. Para evitar isso é que foi regulamentado o meio de pagamento do frete”, comenta o superintendente da ANTT.

Todas as operações de pagamento de frete, seja via depósito bancário ou sistema eletrônico, estão atreladas ao conhecimento de transporte e ao registro RNTRC do transportador. Caso opte por receber o frete via cartão eletrônico, o transportador poderá utilizar o sistema para fazer saques e pagamentos de compras como em um cartão de débito comum, mediante uso de senha pessoal.

O cartão só aceitará créditos provenientes das rubricas frete, vale-pedágio obrigatório, combustível e despesas. Fica proibido cobrar ágio ou indicar estabelecimentos para a utilização do pagamento do frete.

O contratante de frete que desrespeitar o sistema de pagamento fica sujeito a multa equivalente a 100% do valor frete, limitado ao mínimo de R$ 550,00 e ao máximo de R$ 10.500,00. Se deixar de cadastrar uma operação de transporte, o contratante terá que pagar uma multa de R$ 1.100,00 por operação.

Os caminhoneiros autônomos que receberem frete por meios fora dos regulamentados pela ANTT estarão sujeitos à penalidade de perda do registro RNTRC e pagamento de multa de R$ 550,00.

Vela à Laser

Vela à Laser

Equipe de engenheiros diz ter criado tecnologia que usa lasers para produzir a ignição do combustível no motor.

Lasers podem muito em breve substituir velas para a ignição de combustíveis no motor de automóveis, segundo pesquisadores da Romênia e Japão.

A equipe pretende apresentar seu trabalho no dia 1º de maio em uma conferência sobre lasers e eletro-ópticos em Baltimore, no estado de Maryland, nos Estados Unidos.

O grupo diz ter criado um dispositivo semelhante às velas que, em vez de provocar ignição da mistura de combustível e ar nos motores com uma faísca elétrica, aciona jatos de laser. A tecnologia pode melhorar a eficiência do motor e reduzir a poluição, já que produz a combustão de uma quantidade maior da mistura, diz a equipe.

Os pesquisadores estão em negociações com um fabricante de velas. A ideia de substituir a vela – uma tecnologia que mudou pouco desde que foi inventada, 150 anos atrás – com lasers não é nova.

A vela inflama apenas a mistura de combustível que está perto da faísca, reduzindo a eficiência do combustível. E, com o passar do tempo, o metal de que ela é feita é lentamente corroído. Mas a ideia de motores que usam laser para iniciar a combustão só se tornou viável com o advento de lasers menores.

Pó de cerâmica
O novo sistema é capaz de focar dois ou três raios laser dentro dos cilindros do motor e em altitudes variáveis. Isso produz uma combustão mais completa e evita a questão da degradação com o passar do tempo.

Entretanto, a tecnologia requer o uso de lasers com energias de alto pulso. Como acontece com a vela, uma grande quantidade de energia é necessária para produzir a ignição do combustível.

“No passado, lasers que poderiam atender a esses requerimentos eram limitados a pesquisas básicas, porque eram grandes, ineficientes e instáveis”, disse Takunori Taira, dos Institutos Nacionais de Ciências Naturais em Okazaki, no Japão. “Também não podiam ser localizados longe do motor, porque seus raios poderosos destruiriam quaisquer fibras óticas que levassem luz aos cilindros.”

A equipe vem desenvolvendo uma nova abordagem para o problema: lasers feitos de pó de cerâmica que são comprimidos dentro de cilindros do tamanho de velas.

Esses dispositivos de cerâmica concentram energia a partir de lasers compactos, de menor potência, que são enviados por fibra ótica liberando essa energia em pulsos com duração de apenas 800 trilionésimos de segundo.

Diferentes dos cristais delicados tipicamente usados em lasers de grande potência, as cerâmicas são mais robustas e podem tolerar melhor o calor dentro do motor de combustão. A equipe pretende comercializar a tecnologia e está em discussões com o fabricante de componentes de automóveis Denso.

Fonte: G1

CT-e

CT-e

São Paulo (SP) – A TA, Transportadora Americana, atingiu no início do mês a impressionante marca de um milhão de Conhecimentos Eletrônicos de Transporte emitidos. Uma das pioneiras na adoção do sistema, que será obrigatório a partir de 2011, a TA se configura hoje na maior emissora do documento em todo o País, dando um passo à frente na digitalização de seus processos fiscais.

O CT-e é um projeto para informatizar e interligar toda a arrecadação de tributos no transporte de cargas de todo o Brasil. Sem o CT-e, a transportadora tem que emitir o CTRC (Conhecimento do Transporte Rodoviário de Cargas) com até cinco vias, dependendo do Estado.

Segundo a gerente de Sistema de Informação da TA, Shirley Rosseto, a adoção do CT-e pela empresa simplificou e deu mais agilidade e segurança aos processos, mas os benefícios não para por aí. “A probabilidade de emissão de documentos com erros fiscais caiu muito. Papel aceita tudo, já o programa, não. Não temos mais de administrar estoques de formulários, o que possibilita a liberação de funcionários, que estariam fazendo este trabalho, para funções mais produtivas”, revela a gestora.

O sistema ainda não é obrigatório, mas a TA foi uma das primeiras empresas a participar do projeto piloto, selecionada pela Receita Federal para participar da criação do CT-e. Com o sistema, a transportadora deverá ter uma economia da ordem de R$ 20 mil por mês com a abolição do papel nos processos. “Esse valor não inclui o ganho com a redução de pessoal e melhorias no processo, porque isso é difícil mensurar”, diz ela demonstrando que a economia pode ser ainda maior.

Atualmente, a TA emite os CT-es para os estados do Amazonas, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, mais recentemente, Minas Gerais.